Há muito tempo atrás em meados do ano de 1453, onde as famílias acordavam antes das 6 da manhã, todos levantavam de um único cômodo e comiam mingau de pão, seguidos por um dia repleto de labuta. Os jovens entre 12 e 14 anos partem para o campo colherem trigo, enquanto as crianças entre 6 e 8 anos vão lidar com as hortas e as galinhas. Poucas vezes surge oportunidade de lancharem e o único alimento possível era peixe, o batente termina quando está completamente escuro e todos vão dormir em um amontoado de palha, iluminados por velas de sebo e aquecidos por uma pequena fogueira fraca e que após poucas horas se apaga, sem ser aceso de novo. Sempre no dia seguinte de trabalho eles esperam que o sino toque para caminharem até a igreja rezar, as suas almas são orientadas mais para temerem a morte do que a adorar a Deus.


Nesta época houve contrastes sociais profundos, muitas violências, doenças, tanto que a metade dos bebês não chegavam até os 2 anos. Sem tecnologia aparecendo os camponeses eram sofredores nas mãos das pessoas de mais poder, como o clero e a nobreza.

O caos parecia imenso, mas era apenas o começo. Durante alguns anos começaram a surgir marginais que, de forma autônoma ou organizada em grupos, cruzaram os mares apenas com o intuito de promover saques e pilhagens a navios e a cidades para obterem riquezas e poder. Rapidamente se espalharam pelo mundo pessoas como esses marginais que acabam recebendo o nome de piratas (palavra derivada do latim e da língua italiana, mas que significa por sua vez um assaltante ou algo parecido), em pouco menos de 2 semanas todo o mundo já chamavam os tais marginais de piratas.

Até este momento os únicos sofredores eram os camponeses, mas logo os reis também começaram a sofrer atentados piratas, eles então se tornaram os seres mais procurados do mundo, resultando em muitas guerras e mortes.

E neste mundo caótico é que surge, entre todos os humanos, uma pessoa que vai jurar com toda a sua vida eliminar um por um toda a espécie pirata. A história deste jovem será escrita com sangue a partir de agora.

A Idade Média, tempo em que não existe igualdade em momento algum, as pessoas precisam lutar de cair lágrimas para conseguirem ao menos uma migalha de pão, enquanto outros, no topo de algum castelo da cidade riem desses pobres coitados, essas pessoas trabalhadoras possuíam esperança de que isso acabaria algum dia, mas se passaram e se passaram os anos e nada aconteceu, continuou tudo na mesma, até os mais sonhadores perderam a sua fé.

Foram-se praticamente 400 anos desde que a Idade Média passou a governar o mundo, ou seja, estamos vivenciando aqui a data 22 de maio de 1790. Os mercadores estavam armando as suas velhas tendas pondo as suas frutas na expectativa de conseguirem um pouco mais de pesos, todos agora precisam de algo a temer; os piratas. Na cidade de Rochester, estado de Nova Iorque que se localizam nos Estados Unidos, alguns mercadores que trabalhavam perto do píer avistam um navio diferente, estavam todos torcendo para que não fossem os cruéis marginais.

Enquanto os mercadores faziam uma multidão perto do píer, no navio o imediato começa a falar com o seu capitão:

- Veja capitão James, próxima cidade saqueada bem à frente!

- Eu não sou cego Liam, vamos e faça o seu trabalho, ordene para os nossos tripulantes se armarem e quando estivermos perto do píer vamos ancorar.

O imediato Liam então confirma: “Sim senhor” e começa a preparar os tripulantes. No solo de Rochester os mercadores observam o navio chegando mais perto e tomam a certeza de que era composta por piratas, pois estava no topo do navio uma bandeira pirata que tinha o design de uma caveira com duas espadas em baixo dela, o navio era o satisfatório Navio de Velas Redondas e estava escrito nele o nome da tripulação que era Att4ck, havia um pouco mais de 35 homens dentro dele.

Os piratas então param perto do píer, ficam ancorados e as pessoas que ali estavam começam a dar alguns passos para trás, pois todos estavam indefesos e sabiam com quem estavam lidando. Sai primeiramente o capitão James, todos os outros tripulantes ficam observando com sorriso debochado para os camponeses do navio.

James não fala nada deixando os cidadãos exaltados que começaram a reclamar:

- Por que vocês piratas fazem essas coisas? Vai embora, ninguém te quer neste lugar!

- Vocês não entendem nada mesmo não é? O melhor jeito de conseguir pesos é arrancando de outras pessoas frágeis e desarmadas, ou seja, atacando cidades onde os moradores são camponeses inúteis, ataquem eles minha tripulação! – gritou James.

Os piratas que estavam equipados com espadas, punhais, arco e flechas e lanças avançam para cima dos camponeses que nada podem fazer. Eles pegam todas as roupas, comidas, medicamentos que encontravam pelo caminho, além do mais importante que eram as riquezas como ouro, prata e pesos. Não tinham piedade nem das crianças, derrubavam todos que passassem pelo caminho, enquanto os piratas faziam o seu cruel trabalho uma pessoa completamente encapada de preto apenas olhava cada ato dos marginais, logo ele pula da árvore para o chão e vai embora andando aparentemente de cabeça baixa.

O capitão alerta os seus subordinados para retornarem ao navio o que fazem rapidamente, estavam carregados de muitas farturas. Menos o próprio capitão James que ainda estava pegando frutas da barraca de um casal (que tinham aparentemente cerca de 30 anos).

O casal, caído no chão com a barraca completamente destruída falava:

- Os soldados estão chegando, está na hora de vocês se mandarem deste lugar!

James então anda lentamente em direção as escadas do seu navio denominado Att4ck, ao seu redor estavam às pessoas machucadas e chorando com as agressões desta tripulação. Um jovem que estava chorando fica tão furioso com os piratas que ataca uma estaca de pau com pregos acertando as costas de James, o capitão fica parado desde este momento e o seu semblante fica sério e com um tom de muita raiva. Este garoto, filho do casal atacado por James, começa a esbravejar: “Foi eu quem fez isso, satisfeito? Ninguém mandou você bater nos meus pais e nos meus conhecidos, não gosto que ninguém machuque quem eu amo e não me arrependo do que acabei de fazer”, os pais do garoto ficam perplexos com a tal atitude do filho e achara isso um erro, infelizmente para o jovem a estaca não faz dano algum a James.

Rapidamente se vira revoltado o capitão e vai em direção ao jovem:

- Não exijo que um verme como você faça isso com alguém reconhecido como eu, a sua punição será dolorosa e muito demorada... Hehe!

- Joshua, olha no que você foi se meter! – falam em estado de choro os pais do garoto que se chama Joshua Carter.

James segura o jovem pelo braço: “Se você tentar sair correndo vai perder os dois braços”.

A mãe de Joshua tenta pegar o seu filho que estava sendo levado pelo pirata mais temido da Att4ck, mas James mesmo utilizando apenas uma mão acerta um soco muito forte na barriga da moça que cai no chão com pouca fadiga, meso assim ele consegue forças para falar:

- Não o leve, por favor, nós podemos fazer uma troca!

- Nada será melhor do que ver ele preso em uma corrente sem comer nada até a morte, não quero troca alguma, adeus seus fracassados! – disse James que subiu no navio.

O navio zarpou e Liam, imediato de James, pega Joshua e leva-o até o calabouço, a sua punição seria igual a todos os prisioneiros da Att4ck, ficar preso sem comer nada até que morra de fome. Após algumas horas aparecem os senhores fidalgos (cavaleiros que prestavam vassalagens ao Monarca) e tentaram ajudar os mercantes, mas já era tarde demais, pois os piratas já estavam distantes de Rochester; Os pais de Joshua estavam estirados no chão chorando já que sabiam que o seu filho estaria morto e que não estariam por perto para ver a situação ou para tentar ajudá-lo.

O navio Att4ck estava navegando já faziam mais de 40 minutos, longe da cidade de Rochester Joshua, preso e já passando fome, apenas observava (dentro de sua cela) os piratas andando para um lado e para o outro com bastante comida, deixando o ainda mais faminto. Na parte superior do navio um pequeno grupo de piratas que olhavam entediados para o mar avista uma mulher loira e não muito alta que estava em cima de uma madeira quebrada, e eles começaram a discutir: “Vejam, uma mulher desmaiada! Ela deve ter sido atacada por alguém! Vamos pegá-la? Primeiramente James precisa nos liberar!”, o capitão permite que esse pequeno grupo (eram quatro ao certo) buscasse a tal mulher que estava na água.

O quarteto chega até perto dela, de bote, e começaram a se perguntar se ela estava viva: “E agora, como vamos saber? Larga de ser burro o pulso dela esta batendo! Ela me parece estranha! Vamos colocá-la logo neste barquinho e voltar para o navio, pois ta ancorada e o capitão James não têm um pingo de paciência!”. Eles a colocam no chão do navio e rapidamente todos os piratas fora os cozinheiros vão dar uma olhada na fisionomia da jovem.

O capitão James manda Liam verificar o rosto da mulher:

- Liam, isso não me parece uma mulher... Olhe bem para o rosto dela ou pelo menos puxe aquele cabelo!

- Eu farei isso! – obedeceu ao capitão.

Liam se aproxima da mulher: “Saiam de perto, eu resolvo isso, ordens do capitão”, todos fazem como mandado. Liam olha o rosto da mulher que realmente não se movia, mas que tinha a face feminina deixando Liam menos preocupado, quando ele vai alisar o cabelo da mulher para ver se era peruca algo inesperado acontece... A mulher se levanta acertando um soco forte na cara do imediato de James, todos do navio se afastam e acha aquilo um absurdo.

James olha de longe e começa a pensar:

- Mas claro que aquilo não era uma mulher, esses cabeças de minhoca parece que nunca caíram no velho truque da dama falsa.

A mulher então tira a sua máscara e a sua peruca, ela era na verdade um rapaz (de aparência com menos de 20 anos) que possuía várias espadas, porém estava sem arma de fogo. Liam se enfurece pelo que fez este garoto e parte para cima, nada acontece e Liam leva outro soco muito forte.

O jovem se apresenta aos navegantes:

- Vocês já estão querendo me cercar? Ainda nem sabem o meu nome, eu sou Noah Foster e algumas poucas pessoas me chamam de “Pirata Justiceiro” ou até mesmo “Pirata do Bem”, é meio estranho não é?

- Você é maluco, porque apareceu neste navio? Somos mais de 30 piratas como acha que vai saquear a nossa casa? – respondeu um pirata.

Noah apenas ri e fecha os seus olhos, logo alguns piratas tentam prendê-lo para matá-lo, mas nenhum deles consegue, os piratas tinham acabado de almoçar e por isso estavam sem armas de fogo, mas alguns estavam com espadas. Esses então tentam cercar Noah e o atacam, mas Noah era ágil e forte, conseguiu derrotar todos (sem utilizar as suas espadas) enfurecendo os piratas que partem para a agressão contra o jovem. Eles param no mesmo momento, pois o primeiro que tentou atacá-lo perdeu uma orelha e levou um corte fundo no Tórax.

Noah guarda novamente a sua espada e manda todos se acalmarem:

- Vocês são muito fracos, antes que alguém se machuque eu quero que saibam que apenas quero ver o capitão deste navio, pode ser?

James, que apenas observava as travessuras de Noah de longe decide mover os seus passos em direção ao jovem, os piratas que o rodeavam se afastam fazendo uma espécie de corredor abrindo espaço para a passagem de seu superior.

Liam que estava machucado e caído no chão pedia desculpas:

- Capitão, acabe com esse cara, olhe o que ele fez comigo!

- Então este é o capitão? – pergunta Noah olhando diretamente para a face de James.

Quando o líder do navio Att4ck para de andar todos os piratas ficam em silêncio, o imediato Liam se levanta e se escora em uma pilastra mais próxima, James abre a boca parecendo um pouco nervoso: “Não quero saber se nenhuma dessas pessoas conseguiu o pegar, esses lerdos não têm um pingo de maldade que eu tenho, está entendido? O que vai ser agora vai querer me enfrentar e tentar dar uma de herói ou vai se render?”.

Noah se aproxima lentamente de James, nenhum deles estava armado naquele momento, o jovem arteiro fica a menos de seis pés do marginal dos mares que era o domador daquele navio. James não queria que ninguém mais chegasse perto dos dois, foi o que aconteceu; Liam ficava apenas observando com raiva, ele já estava recuperado, mas com a roupa carregada de sangue.

Noah percebeu que James estaria se preparando para mirar um soco, ele dá um sorriso e olha para as pessoas que ali estavam:

- Eu me rendo!

- Sem lutar contra o capitão? Isso será sério ou é só para James se distrair? Porque ele chamou o capitão então? – perguntavam-se entre si os inferiores de James.

Conforme tinha dito o garoto Noah não se movia e se rendeu completamente, alguns piratas (ordenados por James) levaram-no até o calabouço que ficava na parte mais próxima às águas do navio; Era um lugar que se assemelhava a uma prisão, mas o chão tinha poças podres e estava tudo coberto por limo, fedia muito e era difícil de respirar. A punição de Noah foi igual à de Joshua, ficar preso nas celas e sem comer até não aguentar mais, porém devido ao abuso decifrado por James, talvez ele seja enforcado naquela noite mesmo.

O navio se encaminhava para a Ilha de Manhattan, estava naquele momento um sol forte e parecia à metade da tarde, Noah estava por trás das grades sentado, mas que estava com os olhos fechados e não se movia parecendo estar dormindo, Joshua observava-o e também prestava bastante atenção em outros dois prisioneiros, a fadiga deles estava baixa, mas Noah aparentemente não sentia o efeito do lugar.

Joshua queria se distrair um pouco e tentar esquecer um pouco a fome, a falta dos pais e a tristeza para assim aliviar o seu stress e o seu choro que em poucos e poucos minutos retornava, então ele começou a perguntar aos outros punidos o porquê deles terem parados onde estão:

- Bom... Alguém aí poderia me explicar como vieram parar por aqui?

- Garoto, você já está perguntando isso há algumas horas, vamos te explicar de uma maneira mais simples, pois não estou agüentando muito mais! – respondeu um deles, era na verdade o irmão de outro prisioneiro, naquele lugar estava quatro pessoas.

Ele começa a falar: “Eu e meu irmão, exatamente este que está do outro lado dessas podres grades, nós somos reconhecidos como a Dupla Travessa, pois sempre estamos arrumando encrenca e confusão em bares, num dia desses que parecia normal para nós dois estávamos num pequeno bar da belíssima cidade de Niagara Falls, podemos dizer que a bebida nos levou a cometer erros graves, saímos correndo do bar sem pagar, o dono daquela franquia saiu correndo tentando nos capturar. Apesar da bebida eu pelo menos sabia que se não arrumasse um lugar para se esconder aquele cara poderia até matar-nos, foi aí que eu achei um navio parado, levei meu irmão junto, não agüentava muito em pé e estava torcendo pelo dono passar direto, ocorreu tudo conforme prometido, mas o meu irmão (estava mais bêbado do que eu) entrou na cozinha do navio, quando olhei para trás havia piratas me encurralando e batendo no meu irmão, o dono do navio era James, ele me puniu assim como puni todos igualmente, me chamo David e o meu mano é William... Se quiser pode nos chamar de a Dupla do Terror”.

Joshua dá um sorriso meio sem graça e conta a sua história, ele falava e chorava, pois tinha muita saudade de sua família e ele se sentia indefeso e desprotegido porque nunca passou por momentos assim. Para ele se acalmar pergunta para Noah que parecia não estar interessado nas histórias que flutuavam pelos ares, como ele foi parar ali:

- Menino, você está acordado, ou está dormindo sentado? Você pode contar como veio parar aqui? Eu acho que não é normal alguém ser capturado quando estamos no meio do oceano!


- Vocês querem sair daqui agora? – perguntou Noah, sem explicar como foi o motivo da sua punição.

Todos que ali estavam olhavam confusos para Noah, ele mesmo se levantou e perguntou novamente para Joshua, David e William: “Não sei vocês, mas eu vou sair daqui agora.”, o próprio Joshua não acreditava nas palavras que ele dizia. Enquanto eles conversavam, na base do navio que estava submersa continha um aparelho em massa na lateral, estava protegido com uma massa talvez para não queimar o dispositivo com a água que ali cobria. Durou apenas segundos para este aparelho explodir e o navio começar a afundar, Joshua começou a perceber que o navio estava vazando água muito rápida e logo o resto também notou, com isso os piratas que observavam o mar e os que limpavam o convés sentiram que o navio estaria virando, possivelmente afundando, eles desceram até onde estavam os punidos e tiveram a certeza de que o navio daqui a poucos minutos estaria no solo do mar, justamente na hora em que estavam próximos da ilha de Manhattan; Após minutos o navio passou a afundar com uma velocidade muito maior e os tripulantes começaram a pular do navio.

James parecia não se importar com o que estava acontecendo, ele parecia era estar esperando algo, alguém ou alguma coisa, Liam fica exaltado por seu superior não tomar atitude:

- Capitão, todos estão pulando, o navio está afundando, vai ficar aí sentado neste trono sem falar nada?

- Se quiser pode ir embora! Não quero mais sua ajuda, estou esperando o causador deste problema aparecer por aquela porta! – disse James permanecendo parado.

Nas celas os quatro presos apenas permaneciam com a cabeça ainda no ar, o resto estava completamente submerso, Noah perguntou: “Alguém aí tem uma barra de ferro ou outra coisa?”.

David havia respondido:

- Eu tenho um alicate aqui flutuando, segura... Espera, foi você que fez isso no navio? Como? Você é um cara muito misterioso!

Noah pega o alicate e começa a bater forte em umas três grades, elas quebram e ele consegue passar, ele nada e liberta Joshua, David e William, todos ali já estavam completamente embaixo d’água, mas conseguem nadando chegar até a parte superior do navio, quando chegam à cozinha eles se deparam com tudo vazio, eles sai para a parte livre do navio (na área do convés) e não tinha ninguém, apenas se sentia o som do vento e papéis voando; Aparece então descendo as escadas onde se controla a direção daquele navio James, todos olham para ele que descia lentamente.

James confirma que Noah passou dos limites:

- Até que enfim você apareceu, achei que já estava morto! Pensa que eu sou bobo? Sei que você fez isso, não pensei que faria meu navio afundar, mas sabia que estava planejando algo, você insultou e humilhou a minha tripulação, libertei até o meu imediato, agora você vai pagar por isso!

- Não tenho medo de você James, pode vir! – responde Noah preparado para a luta.

Cada um pega a sua espada, James poderia pegar uma arma, mas acha que pode matar Noah sem armas de fogo.

Noah avisa para Joshua, David e William pularem do navio e ficarem esperando ele na ilha mais próxima (no caso, Manhattan):

- Vamos, façam o que mandei!

- Você vai ficar bem não é? – perguntou William.

Noah não se assusta com James: “Pode deixar que depois eu esteja lá! Só vou impedir esse homem de causar mais problemas ao mundo” disse de uma forma enigmática o jovem. Joshua é o último a pular ele olha para Noah cheio de perguntas para fazer, mas ao mesmo tempo estava feliz, pois poderia rever os seus pais.
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