Fala aew galera, ta aqui a historia que eu to começando a escrever e tudo mais. Agora curtam (ou não) Profanis

Capitulo 1
All Star – Smash Mouth
Felipe estava sentado na pedra que sempre ficara. Já era de noite, seus pais estavam na praia em um lual. Seus outros três amigos, Mariana, Yuri e Laila estavam ali com ele, mas era o único acordado. Gostava de admirar as estrelas, e naquela noite, era possível ver um pequeno rastro da tão adorada Via Láctea. Mas não importava o quanto essas coisas eram lindas, a lua sempre chamou mais atenção.

De repente um homem apareceu ao seu lado de pé e falou:
-É tudo tão lindo, você não acha?
Felipe olhou assustado, mas logo se acalmou e disse:
-Com certeza.
-E hoje seria...?
-Dia 18 de outubro de 2000.
O homem fez uma cara de pergunta e continuou:
-Você tem quantos anos meu jovem?
-Fiz 5 anos dia 14, sou o mais velho deles, mas quando estou com eles, não vejo nenhuma diferença de idade.
O homem se senta ao lado dele e fala:
-Você é muito pequeno e jovem ainda, sabe, algo grande vai acontecer, e você estará nisso.
Felipe sorriu e continuou a admirar o céu. Virou-se e não viu mais ninguém ali, não entendera muito bem, mas quem ligaria, só tinha 5 anos. Então avistou o homem voando bem a sua frente e colocou a mão em sua testa, uma grande luz apareceu na sua na palma da mão daquele homem, então ele desapareceu e Felipe caiu adormecido. Yuri tinha visto aquilo acontecer, mas em pouco tempo voltaram a adormecer, fora apenas um sonho, foi o que pensaram.
***
O despertador toca e cada um em sua casa acorda. Só tinham apenas uma coisa em comum, o toque, All Star – Smash Mouth.
***
Felipe acordou com o despertador e rolou da cama para não voltar a dormir, o que não adiantou muito. Após quase 10 minutos deitado no chão se levantou lembrando que tinha aula, e já havia começado atrasado. Correu a toda velocidade para o banho, escovar os dentes, e sair de casa. Na esquina deu falta do seu celular, pensou se valia a pena, bom, era o primeiro dia de aula, tinha que levar o celular, sempre tem as alunas novas para se conhecer. Voltou e pegou o celular, e foi correndo para a escola.
***
Mariana já estava pronta quando seu despertador tocou, estava ansiosa demais para esperar o despertador, ela só teve o trabalho de desliga-lo. Às 6 horas da manhã ela já havia dançado, cantado, pulado, e tudo que tinha direito. Era a mais animada de todas. Só teve que esperar sua van chegar. Não demorou muito para chegar.
***
Yuri botou o despertador para mais tarde, no horário que teria que sair de casa. A preguiça das primeiras semanas eram muito forte. Antes de ir dormir, já tinha tomado o banho que para ele era o suficiente. Faria frio mesmo no dia seguinte, então não suaria muito. Aproveitou e já dormiu com a roupa, só teve que se sentar e colocar os pés (já com as meias) no tênis. Morava mesmo perto da escola, agora era só ir andando calmamente.
***
Laila acordou devagar, quase como um ritual, se espreguiçava, logo depois ia estalando cada dedo, depois o pulso, terminando no pescoço. Levantava-se devagar e sentava na cama. Já havia arrumado tudo: roupa, material, musica do celular e o que mais fosse precisar. Agora só faltava tomar o banho, colocar a roupa, e esperar seu pai para leva-la.
***
Chegando à escola, Yuri olha para o relógio 6 horas e 50 minutos da manhã. Sentou em uma espécie de mureta, não ficou ali 5 minutos e viu o carro de Laila chegando. Ela o avistou e foi correndo ao seu abraço, ele a levantou como se fosse uma pena. Quando de repente Mariana pula nas cosas dele. Yuri olhou em volta e deu falta de alguém, quando ia falar algo, ouvia-se de longe o barulho dos passos fortes e corridos, todos viraram em uma direção e viram quem faltava, Felipe. Chegou, quase morto de tanto correr, todos riam, até mesmo ele. Felipe então olhou para eles e disse:
-Finalmente, ano passado nos reencontramos, tivemos nossas “estranhices” uns com os outros, mas somos amigos de novo, e que esse ano, 2011, seja o nosso melhor ano.
Todos sorriam, e subiram juntos, para as suas salas, tinham um longo período de aula. Não prestavam atenção em nenhuma delas, nem mesmo se preocuparam em fazer amigos, ou nem ao menos saber o nome de seus professores. Era a primeira semana, ainda havia um ano inteiro para fazer aquilo tudo. Mas por enquanto, ainda poderia dormir em sala de aula, como pessoas normais.
O sinal de saída tocou. No primeiro dia de aula todos iriam para casa de Felipe, dia de reencontro, sempre tem festa. Todos desceram e estavam indo, Felipe se atrasou, o que já era uma coisa que eles contavam, não havia copiado a matéria, tinha preguiça. Desceu e viu todos na esquina, na correria deixou a carteira cair, virou-se para pegar, quando ouviu uma voz:
-Está procurando isso?
Na mesma hora que a voz falou, um poste de luz estourou, junto com lâmpadas e carros parando de funcionar. Não sabia de onde, mas conhecia aquela voz, levantou-se e olhou para o homem, se lembrou de 11 anos atrás. Era o mesmo homem daquela noite, ficou paralisado, não sabia o porquê, mas não parecia ser boa coisa. Mas na verdade, ele sabia o que era. Felipe se virou e fez sinal para eles irem seguindo em frente, não entenderam, mas foram, então o homem falou:
-Você deve saber o...
-O que você quer aqui? Disse Felipe cortando o homem.
-Você não era tão impaciente 11 anos atrás.
Felipe fechou os pulsos com raiva, na mesma hora outro poste de luz estourou. Então o homem falou:
-Então você já sabe controlar.
-Na verdade só acontece quando eu estou muito puto. Nem sei o que é isso, só sei que começou 11 anos atrás, desde que você eu te vi. Me fala logo, o que é isso?
O homem sorriu e continuou:
-Você realmente acha que é o único? Relaxa, eu te disse 11 anos atrás, você vai participar de algo grande, mas não que seria apenas você.
O homem colocou a mão na testa de Felipe, que tirou a mão dele e disse:
-Eu não quero saber, o que é...
-Por favor! Eu sei que você sabe o que é isso, você já descobriu tudo sobre tudo, ou melhor, parte de tudo sobre tudo. Não aja como uma criança que está fingindo para a mamãe que não quebrou o vaso preferido dela e enfrente logo.
Felipe abaixou a cabeça e quando levantou de novo para falar algo, notou que ele havia sumido. Tentou olhar em volta, mas simplesmente havia desaparecido. Ficou com um ar de preocupação, mas não quis demonstrar. Foi correndo para casa, tentou pegar seus amigos no caminho. Alcançou e abriu a porta, haviam chegado para a bagunça. Como nos velhos e bons tempos.
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