Hey good people xD, mais uma redação, e mais uma opnião que quero de vocês, nem vo falar muito, então aqui está (qual foi galera, comenta ai Y-Y, deixa no vacuo não, nem que seja pra falar mal, mas fale):


Para sempre

-Eu te amo e nunca vou me separar de você.

-Eu também de amo muito, vou ficar para sempre com você.

No mesmo ano Caroline teve que se mudar e ambos tiveram que se separar. Passaram-se mais três anos e Felipe já estava no final da faculdade de medicina e namorando, assim como Caroline, porém para ela, ainda faltavam dois anos em sua faculdade de geologia.

Passaram mais alguns anos, suas vidas estavam completamente com destinos distintos. Era dia 16 de janeiro, Felipe estava andando distraído nas praias de Cabo Frio, onde passava sempre as férias. Acidentalmente esbarra em uma pessoa e a derruba, ele vira e ajuda a levantar e fala:

- Me desculpa, é que eu estava andando distraído quando... -Ele olha para ela e se espanta e continua- Esbarrei em você. –Ele a encara por segundos e finalmente pergunta- Carol?

Ela olha para ele espantada e pergunta:

- Felipe, é você?

Ele se espanta e da um abraço nela e continua:

- Quanto tempo, já são 5 anos, não é verdade?

- Pois é, 5 anos em, você mudou muito, não acredito o quão você mudou, agora está ai, todo fortão e bonitão.

- Você não pode falar muito, está incrivelmente linda. Desculpa, mas eu estou voltando pra casa, tem gente me esperando, de noite, tem como agente se ver?

- Claro que sim, me encontra na Av. dos Namorados, a da orla, perto do “Boca de siri”, 20 horas?.

- Tudo bem, pode ser.

Felipe continua indo para casa, assim que chegou foi para seu quarto e deita na cama para dormir um pouco, sonhou com ela. Acordou assustado, pois não tirara ela da cabeça, sabia que ela ainda mexia com ele, por mais antiga que fosse a historia, ainda existia algo.

Caroline ficou mais um pouco na praia, não parara de pensar nele, por isso decidira voltar para casa. Não parou de olhar as horas, aquilo tudo era tão adolescente para ela, afinal, a pessoa que ela mais amou, ainda mexia um pouco com ela.

Como de costume, Felipe chegou atrasado e logo se desculpou por isso, Caroline percebera que o momento estava meio tenso então decidiu falar:

- E ai, o que está fazendo da vida?

- Faculdade de medicina e você

-Geologia.

- Faz bem o seu tipo, lembro-me de como você gostava de ir a lugares com paisagens e só observava, sem disse que queria fazer isso.

- Você também, lembra quando eu me cortei no braço, e você que fez aquele curativo em mim, e eu chorando que nem uma criança. Namorando?

- Estou. Camila, 20 anos e você?

- Também, Pedro, 21 anos.

Conversaram e riram um pouco, mas logo as risadas foram transformadas em um momento de tensão novamente, Felipe colocou a mão dele por cima da dela, eles se entreolharam, e sem precisar falar nada, sabiam o que o outro queria, e era reviver o momento de 5 anos atrás, onde eram felizes juntos.

Ele se aproximou dela devagar, ela continuou imóvel, e sem nem pensar duas vezes se beijaram, com o mesmo amor de quando eram namorados. Ele a pegou no colo e não hesitou em falar que a amava em nenhuma das muitas vezes que o fez. Os dois seguiram para o hotel “Dunas do Peró” e torceram para achar uma vaga. Estavam favorecidos pelo destino, haviam desistido de um quarto poucos minutos antes, foram para quarto e se beijaram, ele a deitou na cama devagar, beijando-a e disse:

- Só um minuto.

Ele saiu do quarto por alguns minutos, ela não acreditava naquele momento, acreditou ainda menos quando o viu entrando no quarto com uma camélia em suas mãos e disse:

- Não acredito que você ainda se lembra de minha preferida.

Ele sorriu e a entregou, ela colocou sobre uma cômoda, e o beijou, ela sentiu a mão dele descendo a alça de sua camisa, novamente as primeiras mãos que a tocaram estavam tocando-a novamente.

Já amanhecera, e era dia 17 de janeiro, ele se levantou e decidira que era melhor ir embora. Pouco depois ela acordou e não viu mais no quarto, ela já sabia o que tinha acontecido, e também concordou que era o melhor.

Na mesma noite, ele foi à praia e a encontrou sentada em um dos bancos, ela tentou sair, mas ele a pegou pelos braços e a puxou para si e disse:

- Desculpa por ter ido embora, só que eu estava confuso.

Ela olhou e falou:

- Isso não justifica, eu achei que iriamos ficar juntos, de novo.

- Olha, nos não podemos, você sabe, tem seu namorado e minha namorada, e não moramos mais perto.

-Eu estou disposta a larga-lo para ficar com você, e eu posso me mudar para cá de volta, para perto de você.

- Desculpa, mas o que está no passado, deve ficar no passado.

Ele limpa as lagrimas que escorriam dos olhos dela, enquanto prendia as suas próprias. Logo após isso ele a soltou e levantou, caminhou um pouco e falou:

- Caroline, eu te amo.

Ela não responde nada, então ele continua andando, depois disso, nunca mais se viram.

Quase um ano depois, ele ainda não havia se esquecido daquela noite, decidira ligar a tevê quando o telefone toca e falam:

- Felipe, aqui é o amigo da Caroline, bem, ela se suicidou e deixou uma carta, dizendo para ligar para você e falar que ela ainda, bom, ela ainda te ama.

Ele chocado pergunta:

-Mas como. Bem, quando é o enterro e qual hora?

-Dia 16 de Janeiro, às 17H, ela que pediu esse dia na carta.

-Obrigado, mas não sei se vou.

Ele se lembrara de que dia era aquele, e por algum motivo, não se chocara com o dia. Um dia depois do marcado ele foi ao lugar onde ela tinha sido enterrada, então se sentou no chão, bem em frente a lapide e sussurra apenas para ele e para ela. “Pois é, não sei o que falar. ” – Já começara a escorrer lagrimas dele – “ Por que você teve que fazer isso, eu ia vir te buscar, eu só estava com uns problemas, acabei de resolve-los mas agora não tenho motivo para quer feito isso, mas eu não te culpo, é minha culpa, não é verdade? Pois é, eu só vim aqui para te ver, ter certeza que era isso que tinha acontecido, então aqui estou eu, e trouxe um presente para você”.

Ele pega uma muda de camélia e a planta ao lado da lapide, colocou 2 taças e as colocou um champanhe nas 2 taças, e bebeu de uma vez a dele e derramou a dela, então continuou. “Pois é” – forçou um sorriso, e continuou – “É isso que vai acontecer e como vai terminar, nunca quis que fosse assim, só saiba que te amo, muito”.

Ele não soube o que era, mas sentiu uma mão sobre seus ombros, não quis virar, e ouviu um sussurro que dizia “Eu também te amo muito”. Ao ouvir aquilo o sorriso que ele estava forçando se desfez completamente, e se virou rápido para ver, e não havia ninguém lá, ele simplesmente começou a chorar desesperadamente, e gritou cada vez mais alto, com raiva de si mesmo. Então ele as acalmou e pediu desculpas mais uma vez.

No dia seguinte o vigia passa em frente a tal lapide e avista uma pessoa lá, deitada no chão, chegando lá, notara que estava morto também, o virou para ter certeza, viu os olhos manchados de lagrimas, mas definitivamente morto, apenas viu uma carta aberta, que dizia: “Eu também te amo, e vou ao seu encontro, meu amor”.
Reações: